{"id":135,"date":"2008-10-25T18:07:08","date_gmt":"2008-10-25T21:07:08","guid":{"rendered":"https:\/\/devkico.itexto.com.br\/?p=135"},"modified":"2008-10-25T18:08:35","modified_gmt":"2008-10-25T21:08:35","slug":"alguns-fatos-bem-interessantes-quase-chocantes-sobre-cobol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/devkico.itexto.com.br\/?p=135","title":{"rendered":"Alguns fatos bem interessantes (quase chocantes) sobre COBOL"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_136\" aria-describedby=\"caption-attachment-136\" style=\"width: 203px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/devkico.itexto.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/10\/hopper.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-136\" title=\"Grace M. Hopper\" src=\"https:\/\/devkico.itexto.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/10\/hopper-203x300.jpg\" alt=\"\" width=\"203\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/devkico.itexto.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/10\/hopper-203x300.jpg 203w, https:\/\/devkico.itexto.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/10\/hopper.jpg 249w\" sizes=\"(max-width: 203px) 100vw, 203px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-136\" class=\"wp-caption-text\">Grace M. Hopper (a m\u00e3e do Cobol)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Sempre que ouvia falar em COBOL, vinha a imagem de uma tecnologia ultrapassada, esquecida e fedorenta.\u00a0 \u00d3bviamente,\u00a0 <strong>fruto do meu preconceito<\/strong>. Na realidade, at\u00e9 ent\u00e3o, eu nunca havia visto uma linha sequer de Cobol na minha frente!<\/p>\n<p>Sei que muitos compartilham comigo esta primeira impress\u00e3o tamb\u00e9m ficar\u00e3o chocados com alguns fatos bem interessantes sobre Cobol:<\/p>\n<ul>\n<li>Em <strong>1999<\/strong>, o grupo Gartner fez uma pesquisa e concluiu que <strong>80% das aplica\u00e7\u00f5es corporativas em execu\u00e7\u00e3o no mundo naquele momento eram escritas em Cobol<\/strong>. Os outros 20% eram compartilhados pelas demais linguagens. Este dado tem 9 anos hoje, no entanto, a realidade n\u00e3o deve ser t\u00e3o diferente nos dias atuais. Basta levar em considera\u00e7\u00e3o que BOA parte deste c\u00f3digo estava presente em aplica\u00e7\u00f5es de miss\u00e3o cr\u00edtica que, com alta probabilidade, ainda est\u00e3o em execu\u00e7\u00e3o hoje. Ali\u00e1s, um estudo mais recente do mesmo instituto, comprovou que atualmente (<a href=\"http:\/\/www.computerworld.com\/action\/article.do?command=viewArticleBasic&amp;articleId=9004821\" target=\"_blank\">artigo de 2006<\/a>), h\u00e1 aproximadamente <strong>180 bilh\u00f5es de linhas de c\u00f3digo escritas em Cobol<\/strong> em execu\u00e7\u00e3o atualmente. Uou!<\/li>\n<li>Cobol \u00e9 <strong>orientado a objetos<\/strong>. O padr\u00e3o Cobol 2002 aceita orienta\u00e7\u00e3o a objetos. E tanto Fujitsu quanto Microfocus oferecem compiladores que suportam o paradigma. Mais interessante ainda: se voc\u00ea programa na plataforma .<a href=\"http:\/\/www.microfocus.com\/products\/more\/COBOLandNet\/index.asp\" target=\"_blank\">net<\/a>, pode experimentar Cobol se quiser. Ali\u00e1s, logo aparecer\u00e1 um compilador para Java tamb\u00e9m. \u00c9 apenas quest\u00e3o de tempo.<\/li>\n<li>Em 2002, uma pesquisa do grupo Gartner comprovou a exist\u00eancia de dois milh\u00f5es de programadores Cobol no mundo.<\/li>\n<li>Cobol <strong>paga bem<\/strong>. Dada a necessidade por profissionais que saibam trabalhar com Cobol, e a escassez de m\u00e3o-de-obra, temos como resultado um aumento significativo dos sal\u00e1rios destes programadores. Os sal\u00e1rios podem chegar a <a href=\"http:\/\/www.informaticaagora.com.br\/linguagem-programacao\/cobol-linguagem-programacao-ganhe-dinheiro\" target=\"_blank\">at\u00e9 R$ 12.000<\/a>. No exterior, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda <a href=\"http:\/\/www.payscale.com\/research\/US\/Skill=COBOL\/Salary\" target=\"_blank\">melhor<\/a>.<\/li>\n<li>Programas feitos em Cobol <strong>costumam ficar em execu\u00e7\u00e3o por d\u00e9cadas<\/strong>, ou seja, estes sistemas est\u00e3o em execu\u00e7\u00e3o n\u00e3o porque simplesmente &#8220;j\u00e1 existem&#8221;, mas sim porque s\u00e3o <strong>extremamente f\u00e1ceis de se manter<\/strong>. Boa parte do problema do agora ris\u00edvel &#8220;bug do mil\u00eanio&#8221; se deveu ao fato de que os desenvolvedores iniciais daquelas aplica\u00e7\u00f5es (a maior parte, escrita em&#8230; adivinha!) n\u00e3o imaginava que elas fossem durar tanto tempo.<br \/>\nDado que o ponto forte de venda de plataformas como Java e .net \u00e9 justamente a facilidade de manuten\u00e7\u00e3o destes sistemas, soa quase &#8220;conspiracionista&#8221; pensar no porqu\u00ea deste fato ser t\u00e3o pouco mencionado.<\/li>\n<li><strong>A sintaxe n\u00e3o \u00e9 horr\u00edvel<\/strong>. S\u00e9rio: eu imaginava que a sintaxe do Cobol fosse algo rid\u00edculamente complexo e, para a minha surpresa,\u00a0 \u00e9 incr\u00edvelmente simples. Parece inclusive linguagem coloquial, tal como nos exemplos abaixo:<\/li>\n<\/ul>\n<pre class=\"brush: java; title: ; notranslate\" title=\"\">\r\nMULTIPLY B BY B GIVING B-SQUARED.\r\nMULTIPLY 4 BY A GIVING FOUR-A.\r\nMULTIPLY FOUR-A BY C GIVING FOUR-A-C.\r\nSUBTRACT FOUR-A-C FROM B-SQUARED GIVING RESULT-1.\r\nCOMPUTE RESULT-2 = RESULT-1 ** .5.\r\nSUBTRACT B FROM RESULT-2 GIVING NUMERATOR.\r\nMULTIPLY 2 BY A GIVING DENOMINATOR.\r\nDIVIDE NUMERATOR BY DENOMINATOR GIVING X.\r\n<\/pre>\n<p>Como pode ser visto no exemplo acima, na realidade, <strong>\u00e9 extremamente coloquial!<\/strong><br \/>\nClaro, o exemplo que dei acima \u00e9 p\u00e9ssimo. Trata-se da execu\u00e7\u00e3o da f\u00f3rmula de Bhaskara (lembra? Para se calcular equa\u00e7\u00f5es de segundo grau&#8230;). Isto quer dizer que voc\u00ea n\u00e3o pode escrever f\u00f3rmulas complexas em Cobol? Claro que n\u00e3o, veja o exemplo abaixo:<\/p>\n<pre class=\"brush: java; title: ; notranslate\" title=\"\">\r\nCOMPUTE X = (-B + (B ** 2 - (4 * A * C)) **.5) \/ (2 * A)\r\n<\/pre>\n<p>Ap\u00f3s tomar conhecimento destes fatos, uma pergunta fica: por que t\u00e3o poucas pessoas sabem disto? Por que temos a impress\u00e3o de que as linguagens mais utilizadas s\u00e3o Java, C\/C++, C#, Visual Basic, PHP ou outras? Simples: por causa do mercado no qual Cobol \u00e9 focado.<\/p>\n<p>Cobol foi desenvolvido para a cria\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00f5es de neg\u00f3cios, ou seja, n\u00e3o se trata aqui do mercado horizontal (que produz software de prateleira, ou componentes que s\u00e3o feitos para serem distribu\u00eddos), mas sim do mercado vertical, ou seja, Cobol \u00e9 mais utilizado na confec\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00f5es internas para empresas. Aplica\u00e7\u00f5es estas que, normalmente, jamais sair\u00e3o do ambiente para o qual foram desenvolvidas. Este \u00e9 o porqu\u00ea. Ao vermos uma aplica\u00e7\u00e3o como o Word, por exemplo, sendo vendida aos milh\u00f5es, passamos a achar que C++ \u00e9 uma das linguagens mais utilizadas no mundo. No entanto, nos esquecemos de que esta aplica\u00e7\u00e3o foi desenvolvida por apenas UM pequeno grupo de desenvolvedores (em compara\u00e7\u00e3o ao resto).<\/p>\n<p>E por que devemos nos preocupar com Cobol?<\/p>\n<ol>\n<li>Tal como expus acima: porque Cobol possui um mercado <strong>imenso<\/strong>, assim como as oportunidades que podem surgir do mesmo. Mais um fato interessante com rela\u00e7\u00e3o ao mercado: foi estimado que o custo de substitui\u00e7\u00e3o de c\u00f3digo Cobol por c\u00f3digo em outra linguagem gira em algo em torno de <a href=\"http:\/\/www.csis.ul.ie\/COBOL\/Course\/COBOLIntro.htm\" target=\"_blank\">US$ 25,00 por linha<\/a> de C\u00f3digo Cobol substituida. Uou!<\/li>\n<li>Para acabar com a ilus\u00e3o de que nossa plataforma de desenvolvimento \u00e9 a &#8220;mais linda do mundo&#8221; por ser relativamente recente. S\u00f3 para lembrar: Cobol foi desenvolvido no final da d\u00e9cada de 50. Foi uma das primeiras linguagens de programa\u00e7\u00e3o e, at\u00e9 hoje, \u00e9 utilizada em massa com relativamente poucas altera\u00e7\u00f5es desde sua introdu\u00e7\u00e3o.<br \/>\nCobol \u00e9 a coisa mais linda do mundo? N\u00e3o. \u00c9 uma das sete maravilhas do mundo? Tamb\u00e9m n\u00e3o. Mas tamb\u00e9m, como pode ser visto, com certeza n\u00e3o \u00e9 uma das maiores desgra\u00e7as da hist\u00f3ria.<br \/>\nConseguir\u00e1 Java e C# por exemplo esta fa\u00e7anha? Atualmente, s\u00f3 conhe\u00e7o tr\u00eas linguagens que conseguiram: Cobol, Lisp e Fortran<\/li>\n<\/ol>\n<p>E eu sei Cobol? <strong>Ainda<\/strong> n\u00e3o. ;)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sempre que ouvia falar em COBOL, vinha a imagem de uma tecnologia ultrapassada, esquecida e fedorenta.\u00a0 \u00d3bviamente,\u00a0 fruto do meu preconceito. Na realidade, at\u00e9 ent\u00e3o, eu nunca havia visto uma linha sequer de Cobol na minha frente! 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