{"id":380,"date":"2009-04-11T12:46:26","date_gmt":"2009-04-11T15:46:26","guid":{"rendered":"https:\/\/devkico.itexto.com.br\/?p=380"},"modified":"2009-04-13T10:11:33","modified_gmt":"2009-04-13T13:11:33","slug":"como-recuperar-uma-base-de-dados-innodb-e-myisam-mysql-corrompida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/devkico.itexto.com.br\/?p=380","title":{"rendered":"Como recuperar uma base de dados InnoDB e MyISAM (MySQL) corrompida"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/devkico.itexto.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/04\/munch_scream.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-379\" style=\"margin: 10px;\" title=\"munch_scream\" src=\"https:\/\/devkico.itexto.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/04\/munch_scream-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/devkico.itexto.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/04\/munch_scream-200x300.jpg 200w, https:\/\/devkico.itexto.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/04\/munch_scream.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a> Eu sei: n\u00e3o \u00e9 nosso trabalho cuidar da manuten\u00e7\u00e3o de servidores de bancos de dados. Mas quando voc\u00ea n\u00e3o possui uma equipe competente para tal, esta &#8220;responsabilidade&#8221; acaba caindo sobre voc\u00ea.<\/p>\n<p>Pois bem: vejam o que aconteceu comigo na semana passada. Esperando o final do dia, no qual o n\u00famero de conex\u00f5es ao MySQL \u00e9 normalmente quase zero, resolvi criar um \u00edndice para uma tabela gigantesca de logs (14 Gb). Enquanto o \u00edndice era criado, alguns usu\u00e1rios reclamaram ao administrador de rede que o acesso \u00e0s aplica\u00e7\u00f5es estava lento. Solu\u00e7\u00e3o encontrada pelo administrador? <strong>Desligar o servidor do MySQL f\u00edsicamente! (detalhe: quando ele desligou o servidor, a cria\u00e7\u00e3o do \u00edndice ainda estava em execu\u00e7\u00e3o!)<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Obviamente, a tabela em quest\u00e3o foi perdida e, pior ainda: o servidor do MySQL simplesmente n\u00e3o pode mais ser iniciado. Por que? Por que as tabelas presentes no banco de dados, assim como os logs de transa\u00e7\u00e3o e diversas outras informa\u00e7\u00f5es fundamentais para a execu\u00e7\u00e3o do banco de dados foram corrompidos. Acabei adotando o problema (sei que \u00e9 loucura, mas era a solu\u00e7\u00e3o) e, ap\u00f3s algumas horas de pesquisa (e a empresa de 600 funcion\u00e1rios parada), encontrei uma solu\u00e7\u00e3o tosca, mas que pode salvar uma base de dados MySQL corrompida.<\/p>\n<p>No caso, a tabela na qual eu estava criando o \u00edndice era do tipo MyISAM, por\u00e9m, como houve um desligamento incorreto do servidor, diversos outros arquivos foram corrompidos para o processo, incluindo as tabelas no formato InnoDB.<\/p>\n<p>A solu\u00e7\u00e3o adotada neste procedimento resolve o problema para arquivos no formato MyISAM e InnoDB apenas. Conv\u00e9m mencionar tamb\u00e9m que a vers\u00e3o usada do MySQL foi a 5.0. O procedimento de recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 composto por tr\u00eas passos:<\/p>\n<p>1. Execute o programa myisamchk dentro do diret\u00f3rio que cont\u00e9m a estrutura de bancos de dados do MySQL. Se n\u00e3o souber aonde este diret\u00f3rio se encontra, abra o seu arquivo my.ini (Windows) oy my.cnf (Linux e Unix em geral) e localize a instru\u00e7\u00e3o datadir.<\/p>\n<p>Dentro deste diret\u00f3rio, execute o comando<\/p>\n<pre class=\"brush: java; title: ; notranslate\" title=\"\">myisamchk --force --verbose *\/*.MYI<\/pre>\n<p>O atributo &#8211;force obriga o aplicativo a reparar qualquer tipo de erros encontrados na estrutura da tabela, enquanto o &#8211;verbose simplesmente ir\u00e1 expor na tela o status da execu\u00e7\u00e3o do aplicativo.<\/p>\n<p>S\u00f3 para lembrar, este aplicativo serve para reparar as suas tabelas do tipo MyISAM.<\/p>\n<p>2. Inicie o servidor do mysql com o atributo &#8211;innodb_force_recovery=[algum valor]<\/p>\n<p>Voc\u00ea dever\u00e1 iniciar o seu servidor MySQL com o atributo <a href=\"http:\/\/dev.mysql.com\/doc\/refman\/5.0\/en\/forcing-recovery.html\" target=\"_blank\">&#8211;innodb_force_recovery<\/a> com um valor de 1 a 6, sendo que quanto maior o valor, maior o n\u00edvel de corrup\u00e7\u00e3o da sua base de dados. Se o valor estiver entre 1 e 4, o MySQL ir\u00e1 reparar todos os erros das suas tabelas e em seguida voc\u00ea poder\u00e1 trabalhar na base de dados normalmente. Caso contr\u00e1rio, todas as bases de dados estar\u00e3o dispon\u00edveis apenas para leitura. Execute o servidor passando este par\u00e2metro at\u00e9 que este volte a ser inicializado.<\/p>\n<p>(aviso aos orelhas: se o seu servidor voltou a executar com o valor 2 ou 3, n\u00e3o \u00e9 preciso executar o servidor com valores maiores)<\/p>\n<p>Exemplo de execu\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<pre class=\"brush: java; title: ; notranslate\" title=\"\">mysqld --innodb_force_recovery=4<\/pre>\n<p>Se quiser, pode tamb\u00e9m incluir este atributo no arquivo de configura\u00e7\u00e3o do MySQL (my.ini no Windows, my.cnf no Linux\/Unix\/etc). Para tal, basta incluir a instru\u00e7\u00e3o innodb_force_recovery=valor logo ap\u00f3s a se\u00e7\u00e3o mysqld deste arquivo, tal como no exemplo abaixo:<\/p>\n<pre class=\"brush: java; title: ; notranslate\" title=\"\">\r\n\r\n&#x5B;mysqld]\r\ninnodb_force_recovery=4\r\n\r\n<\/pre>\n<p>3. Fa\u00e7a backup da sua base de dados e, em seguida, fa\u00e7a o restore da mesma em uma nova instala\u00e7\u00e3o do MySQL.<\/p>\n<p>Este terceiro passo pode parecer exagerado se voc\u00ea executou o comando innodb_force_recovery com valores menores ou iguais a 4, por\u00e9m, como seguro morreu de velho, esta alternativa garante que na nova base de dados n\u00e3o haja informa\u00e7\u00f5es corrompidas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu sei: n\u00e3o \u00e9 nosso trabalho cuidar da manuten\u00e7\u00e3o de servidores de bancos de dados. Mas quando voc\u00ea n\u00e3o possui uma equipe competente para tal, esta &#8220;responsabilidade&#8221; acaba caindo sobre voc\u00ea. Pois bem: vejam o que aconteceu comigo na semana passada. 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